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Como evitar riscos de acidente com empilhadeira a gás

Evitar riscos de acidentes com empilhadeiras a gás é fundamental para garantir mais tranquilidade e segurança em qualquer operação na indústria.

Afinal, quando não são tomadas as devidas precauções para evitar imprevistos, operar esse tipo de equipamento envolve certos perigos. 

Inclusive, os riscos são maiores quando se trata de uma empilhadeira a gás, que precisa do gás liquefeito para funcionar corretamente.

Além disso, a fumaça do escapamento pode ser incomoda e prejudicial, seja pelo mau cheiro ou pelo calor que se espalham no ambiente a cada movimentação. Por isso, alguns cuidados são indispensáveis.

Para que você entenda essas cautelas e saiba como eliminar riscos de acidentes com empilhadeiras a gás, preparamos este artigo com as melhores dicas sobre o assunto. Confira: 

Use equipamentos de proteção para reduzir os riscos de acidente com a empilhadeira a gás

Os equipamentos de proteção necessários para a operação das empilhadeiras a gás se dividem em Equipamento de Proteção Individual (EPI) e Equipamento de Proteção Coletiva (EPC).

Os EPCs são equipamentos instalados no posto de trabalho para proteger a todos que ali executam as suas tarefas, tais como exaustores, ventiladores, barreira de proteção contra luminosidade e radiação, extintores de incêndio, hidrantes, mangueiras, sprinklers, detectores de fumaça, fusíveis, disjuntores, oxicatalizadores, protetores de máquinas, etc.

Os EPIs são equipamentos de uso pessoal, cuja finalidade é proteger o trabalhador contra os efeitos insalubres de agentes agressivos. Os mais utilizados são óculos de segurança, protetores auriculares, máscaras respiratórias e botinas.

Todo EPI deve ser verificado antes do uso e depois guardado limpo e em lugar apropriado. 

Conforme o artigo 482 da CLT, a falta desses equipamentos pode resultar em multa, embargo ou interdição da empresa. Já para o empregado, pode gerar advertência e demissão por justa causa em caso de reincidência, consistindo falta grave.

Conheça as normas regulamentadoras das condições de transporte

A norma de segurança NR-11, que determina as condições para o transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais, é de suma importância para a prevenção de riscos de acidente com empilhadeiras a gás.

Ela estabelece, em seu artigo 11.1.9, que a emissão de gases tóxicos por máquinas transportadoras nos locais fechados ou poucos ventilados deve ser controlada para evitar concentrações acima dos limites permissíveis.

Em seu artigo 11.1.10, a norma determina que, em locais fechados e sem ventilação, fica proibida a utilização de máquinas transportadoras movidas a motores de combustão interna, salvo se provida de dispositivos neutralizadores adequados.

A norma prevê ainda que em todo o equipamento seja indicado, em local visível, a carga máxima de trabalho permitida. Além disso, para operar os equipamentos de transporte com força motriz própria, o trabalhador deverá receber um treinamento especifico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função.

Para garantir a obediência às normas, as organizações devem se submeter anualmente a uma inspeção dos equipamentos, feita por profissional legalmente habilitado com ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).

Devido à periculosidade envolvida nas operações com empilhadeiras a gás, a Súmula 364 do TST determinou que esse operador tenha direito de receber o adicional de periculosidade, a não ser que tenha contato apenas eventual ou extremamente reduzido com o agente perigoso.

Empilhadeiras industriais

Observe as medidas de segurança recomendadas

A fim de garantir uma utilização da empilhadeira sem riscos, esta deverá ser mantida em perfeitas condições de utilização e operação, de modo a evitar qualquer tipo de risco eventual. 

A NR-11 determina, no capítulo 11.1.8, que todos os transportadores industriais serão permanentemente inspecionados e as peças defeituosas deverão ser imediatamente substituídas. O não cumprimento dos mesmos poderá constituir uma infração ao direito civil e criminal.

Antes de iniciar os trabalhos, verifique as condições da empilhadeira, como freios, volante, vazamento de óleos e de gás. Caso note qualquer falha ou dano com a máquina, comunique imediatamente ao seu supervisor e aguarde a manutenção para voltar a utilizá-la.

Quando lidamos com combustíveis líquidos ou gases, é proibido fumar ou utilizar chamas nas proximidades. Placas de aviso de perigo devem ser colocadas em local bem visível. Também é proibido o uso de celular ou qualquer outro dispositivo capaz de provocar ignição nesses locais.

Extintores portáteis e de fácil acesso devem estar disponíveis permanentemente na área de abastecimento. Para evitar queimaduras, utilize apenas extintores indicados para classe B, como extintores de Co2 ou PQS.

Faça o checklist para minimizar riscos de acidente com a empilhadeira a gás

Entre as atribuições do operador de empilhadeira, está a inspeção do veículo. Ela deve ser feita rotineiramente, antes do início das atividades do dia. 

Essa inspeção, que é chamada de checklist, deve ser registrada todos os dias pelo operador, que deverá apontar toda e qualquer irregularidade, para que possa ser solucionada.

O checklist é utilizado para inspecionar as condições do equipamento e deve ser preenchido pelo operador no início de cada turno, antes de iniciar os trabalhos, para que não existam riscos de acidente com empilhadeiras a gás.

Nesse processo, é preciso verificar com atenção itens como freio estacionário, freios de serviço, calibragem dos pneus, correntes de elevação, mangueiras hidráulicas, filtro de ar, nível do óleo do motor, nível do óleo da transmissão, nível do óleo hidráulico, água do radiador e bateria.

O veículo não deve ser higienizado com líquidos inflamáveis e, antes de iniciar os trabalhos de limpeza, devem ser tomadas todas as precauções de segurança que previnam a formação de faíscas.

O desleixo no cumprimento regular dos trabalhos de manutenção pode ocasionar a pane no veículo, além de representar um perigo potencial.empilhadeira a gás

Observe os cuidados durante o abastecimento

Diversos cuidados devem ser seguidos à risca durante a manipulação, troca ou instalação do cilindro acoplado no equipamento para reduzir os riscos de acidente com empilhadeiras a gás.

O GLP, por ser altamente volátil e potencialmente explosivo, pode trazer sérios riscos durante qualquer reabastecimento. Por isso, os padrões de segurança são extremamente rigorosos.

O Pit-Stop deve ter as tubulações e componentes com as cores estabelecidas na NR 26 (Sinalização de Segurança), aterramento elétrico, extintores de combate a incêndio e estar em uma área distante do fluxo das pessoas e setores de produção.

Para abastecer, o operador da empilhadeira deve estar com os EPI’s apropriados (óculos, luvas e outros itens).

Ao se aproximar do Pit-Stop, ele deve puxar freio de estacionamento, desligar a máquina, tirar a chave do contato. Em seguida, deve colocar cabo de aterramento, fechar a válvula do cilindro, abrir o respiro e conectar o engate do cilindro. 

Somente depois desses procedimentos, o responsável deve abrir o registro do cilindro do Pit-Stop e acionar o botão (On/Ligar) da bomba. Caso ocorram vazamentos, o ambiente deve ser evacuado imediatamente.

Quando o botijão P20 estiver cheio, é necessário fechar o respiro, desligar a bomba, fechar o registro, abaixar o componente do engate e depois desacoplar o mesmo.

Feito isso, basta abrir suavemente a válvula do botijão, retirar o cabo terra, inserir a chave de partida e voltar às operações.

empilhadeira industrial mg25

Priorize as empilhadeiras a gás da Série MD

Versáteis, ágeis e de fácil operação, as empilhadeiras a gás da Série MD são ideais para movimentar todo tipo de carga com eficiência, agilidade e segurança. 

Trata-se de uma linha robusta, econômica e capaz de se adaptar a diversas funções, inclusive com a possibilidade de combinação com acessórios adicionais.

Seus diferenciais incluem raio de giro reduzido, alta durabilidade, estabilidade elevada, iluminação em LED e padrão único de seguridade. 

Além da excelente mobilidade, mesmo para espaços reduzidos, elas têm operação simplificada, altíssimo desempenho e baixo consumo.

A mecânica é de fácil manutenção e a disponibilidade de peças é ampla no mercado nacional. Nesse ponto, o grande destaque é para a falta de componentes eletrônicos, que reforça ainda mais a sua proteção contra incêndios, descargas elétricas e perigos semelhantes.

Se você gostou das nossas dicas para evitar riscos de acidentes com empilhadeiras a gás e quer saber mais sobre os modelos mais seguros do mercado, clique aqui e tenha acesso ao folheto técnico completo da Série MD. 

Otimização no pátio de madeira: como ter mais produtividade?

Como todos os grandes setores do mercado, o segmento madeireiro depende de um bom planejamento logístico para se manter competitivo. Nesse sentido, a otimização do pátio de madeira pode ser decisiva para o sucesso dos negócios.

Isso porque, é esse tipo de aprimoramento que aumenta a produtividade das rotinas operacionais, evita que os produtos fiquem parado, melhora o fluxo de movimentações e, consequentemente, gera a redução de custos e mais rentabilidade.

Afinal, itens acumulados ou indisponíveis, veículos parados, falhas nos processos internos e outros gargalos semelhantes são fontes de gastos, atrasos e até de insatisfações perante parceiros e clientes. 

A importância da otimização do pátio de madeira é fácil de ser percebida, mas sem alguns cuidados, é praticamente impossível atingir bons resultados.

Pensando nisso, preparamos este artigo com dicas e processos fundamentais para você aprimorar as rotinas da sua madeireira. Confira.  

O que priorizar na otimização do pátio de madeira?

A otimização do pátio de madeira não depende apenas da melhoria de processos básicos, como os de recebimento, estocagem e entrega. 

Na verdade, o desempenho da madeireira está relacionado aos detalhes, muitas vezes imperceptíveis, que podem favorecer ou atrapalhar toda a operação. 

Sendo assim, é imprescindível considerar tudo o que é feito dentro da empresa, desde a origem das mercadorias até o seu encaminhamento aos consumidores. 

Ou seja, ter uma visão integral e realista sobre o andamento do negócio, processos bem definidos, colaboradores engajados em prol dos objetivos propostos, fluxos otimizados e maquinário alinhado à qualidade desejada são cuidados imprescindíveis. 

Avalie a situação das operações

Em primeiro lugar, procure fazer uma avaliação completa sobre a situação atual da madeireira, reconhecendo eventuais falhas em suas atividades e pontos passíveis de melhorias.

A tomada de decisões precisa ser inteligente e estratégica, por isso é cada vez mais comum que as organizações contem com o apoio de ERPs automatizados, que são capazes de fornecer dados mais completos, precisos e atualizados de cada processo.

Nesse ponto, é importante reconhecer quais processos são mais ágeis e quais são mais lentos, quais falhas são mais recorrentes, como o pátio é organizado, quais ocorrências geram atrasos, que tipo de atividade é mais eficiente e qual exige melhorias, se existem queixas entre os funcionários e clientes, e assim por diante. 

Delimite funções e treine os colaboradores

A partir do cenário observado e das mudanças definidas, é fundamental orientar os funcionários e engajá-los em prol da otimização do pátio de madeira.

Afinal, são os colaboradores que, de fato, desempenham as atividades da empresa e que lidam diretamente com as suas operações. Assim, de nada adianta promover melhorias caso não exista clareza entre aqueles responsáveis por elas. 

Dessa maneira, é importante estipular rotinas, investir em treinamentos, promover ações de engajamento e, se necessário, direcionar recursos para uma mão de obra mais qualificada. 

Otimize o estoque e o espaço disponível

Uma vez que a análise situacional foi definida, as mudanças foram delimitadas e os funcionários devidamente engajados nas melhorias, é preciso agir sob a infraestrutura física da madeireira. 

Antes de tudo, certifique-se de que o maquinário está em boas condições, de que o fluxo de veículos tem um bom andamento, se há a necessidade de alugar equipamentos em certas mudanças sazonais e se o espaço disponível para o estoque é adequado.

A madeira parada é o pesadelo de qualquer negócio do setor, pois reflete a falta de alinhamento com a demanda, gera problemas de movimentação para as máquinas, consequentes perdas de prazos e clientes insatisfeitos. 

Por outro lado, com o estoque otimizado e um bom fluxo operacional, não existem impedimentos para desempenhar as rotinas com excelência e para atender com qualidade às necessidades dos consumidores.

Invista nas melhores empilhadeiras Off Road 

Por falar em maquinário de ponta, na melhoria dos fluxos internos e na otimização do pátio de madeira, é indispensável contar com o apoio de boas empilhadeiras Off Road.

Com esse tipo de equipamento, os operadores têm mais facilidade para manusear as cargas com segurança, além de versatilidade para manobrar o equipamento de acordo com a organização física do local.

As empilhadoras são indispensáveis para organizar produtos unitizados, acelerar o fluxo de cargas e aproveitar ao máximo a capacidade da mão de obra disponível. 

Já os melhores modelos Off Road disponíveis no mercado, como a Série MX e a MaxxiCargo, são ideais para o contexto madeireiro, pois têm força e durabilidade para lidar com grandes cargas, operar em terrenos irregulares e resistir a intempéries como chuva e poeira.

Se você quer promover a otimização do pátio de madeira na sua empresa, não deixe de conhecer as empilhadeiras que são referências no segmento. Clique aqui e saiba mais sobre as soluções da Movix.